quinta-feira, 9 de junho de 2011

Peanuts

segunda-feira, 6 de junho de 2011

#3 Quando é que...


... nos apercebemos que nada é de graça?

Obrigada!


Tu estiveste presente numa grande parte da minha vida. As coisas agora são diferentes... Tu estás longe (ou serei eu que estou longe?) e tu mudaste (tanto quanto eu). Fizeste a minha vida diferente. Para melhor. As lembranças que tenho de ti são boas. Fizeste-me feliz.... ou ainda me fazes porque todos os momentos que estive contigo e que recordo ainda me esboçam um sorriso palerma na cara. Tudo o que tivemos foi bom. E o que foi mau na altura agora parece que foi bom na mesma. Foram dias de sol e de chuva, e dias em que fizeste chorar com as coisas parvas que fizeste e que me fizeste rir com as coisas parvas que disseste. Resumindo, foi tudo uma parvoíce! Mas quero que saibas que isto tudo são mais do que memórias foscas. Tenho saudades tuas. Mas essencialmente tenho saudades de como tudo era. Não quero o teu «eu» de agora, quero o que foi e que sei que não posso voltar a ter. Porque a coisa que me afasta mais são as mudanças... e tenho um certa intolerância à mudança. E quanto mais vejo (e mudo também) sinto uma parte do que era deixada para trás. As coisas eram melhores quando já só existem em recordação. Eu sei que me vais ler e quando o fizeres diz-me, por favor, que também sentes saudades minhas. Fica comigo no passado por um momento.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

quarta-feira, 27 de abril de 2011

#2 Quando é que...

...começamos a ter conversas importantes por sms?

#1 Quando é que...


...deixamos de acreditar que podia ser só o amor e uma cabana?

sábado, 9 de abril de 2011

Que se foda!




Isso mesmo! Que se foda! Que se fodam as putas das regras estúpidas que não servem para nada! Que se fodam os preconceitos. E também todas as horas que passamos a pensar "será que sou capaz?". E para quê esperar tanto tempo por coisas que sabemos que não vão acontecer. Porque esperamos demais! Porque perdemos tempo a pensar em fazer. As vidas mudam, fazemos coisas, escolhemos caminhos, perdemos pessoas e ganhamos outras tantas. Que se foda! Que se foda mesmo! Para quê ser coitadinha sempre? Metade do mundo precisa de dizer coisas e outra metade de esquecer o que os outros disseram. Então que se foda! Vamos ler o pequenas coisas secundárias e vamos mandar foder todos aqueles cabrões que nos querem fazer acreditar que a vida não pode ser cinema! Porque o que realmente importa são as tardes que transformamos num filme de pornografia barata, são aquelas merdas todas que me disseram que era suposto ser e mais qualquer coisa que não sei. O que realmente importa é o que ninguém pode saber! o que realmente importa.... sei lá o que realmente importa! É ler o livro preferido! É achar que alguém se importa com o que realmente importa! E dizer a toda a gente aquilo em que acreditamos é bom! É estupidamente bom ser amada! É bom rir com os amigos numa tarde de verão sentados no chão! É ver um filme à noite e sentir o corpo a arrepiar de medo, de emoção... É bom sentir o corpo arrepiar à noite de tesão. É bom dançar até de manhã! É bom fazer coisas proibidas... e que os outros não percebem... É bom correr na praia com os olhos fechados e ver quem cai na areia primeiro. Sem fazer batota. É bom chorar num concerto! Foda-se há tantas coisas boas que não precisamos de merda nenhuma que nos faça sentir vivos! É só deixarmo-nos levar.......





(A um grande blogger)

A conchinha

Eu tenho um namorado. Eh pah, um daqueles namorados, sabem? Daqueles que quando olham ninguém dá cinco tostões por ele mas que são espetaculares! Era isso que eu sempre quis. Não queria um namorado topo de gama. Queria um namorado que quisesse mesmo ser isso só: feliz comigo. Quando eu entrei na faculdadeele entrou a 100% na minha vida. E o bom de ter uma casa que não é dos pais é o facto de podermos dormir até ao meio dia, podemos deitar-nos às 23h, às 3h ou até quem sabe às 20h... Quem decide somos nós.... E se quisermos fazer uma directa só porque nos apetece ver a temporada inteira da nossa série preferida, porque não? Mas o melhor isto tudo é termos tudo sem aquele compromisso que estraga tudo: pagar a prestação da casa em conjunto! É bom sermos só nós os dois sem preocupações dessas ainda! Podemos almoçar, ou não almoçar, ou tomar o pequeno almoço às 4h da tarde enquanto faltamos às teóricas... ou queixarmo-nos que 8h é muito cedo para termos práticas. Tempo para tudo. O melhor de termos mais de 18 e não termos uma casa em conjunto é que somos só nós os dois quando quisermos. E se nos apetecer ver pornografia barata às 5h da manhã, e depois? E senti-lo a agarrar-mee com aquela força e aquele tesão de quem realmente me quer.... e a sensação de que só existimos nós fica tão entranhada no nosso corpo e a casa fica empestada do nosso cheiro! E quando nos sentimos olhados, aii com aqueles olhos que dizem: fazes-me feliz... quem paga isso? o que mais no mundo pode ser melhor do que dormir cansados, pesados, felizes e a fazer conchinha?

domingo, 26 de julho de 2009

Início

Bem, é o primeiro post que faço neste blog. É um blog acerca das coisas depois dos 18. Depois dos 18 em que é que pensamos nós, recém-adultos, adultinhos de fresco!!! somos o carro cheio de latas presas no cano de escape e escrito recém-adulto no vidro a chantilly felizes e contentes rumo à noite de núpcias! YEAH! noite de núpcias! levantamo-nos mais cedo para ter tempo para as paneleirices habituais da manha e apresentarmo-nos fashion para a sociedade, à noite obtemos a máxima fashioniozidade para podermos gozar a noite de núpcias sem ser as escondidas no sofá da casa dos pais... mas é isso mesmo, a vida depois dos dezoito é chegarmos a noite de nupcias com a sensação de botox na cara de tanto sorrir no copo de àgua, com os pés doridos depois do dia inteiro a andar nos magnificos saltos altos e com as pernas inchadas de ir de mesa em mesa fazer de boa anfitriã. tal como a noite de nupcias, a vida depois dos 18 sucks! sigam-me!! «follow me! and let's go!»