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quarta-feira, 19 de outubro de 2011
I hope it worth the wait
The moment I woke up I turned around and looked into your eyes. You were already awake. ”Stay with me” You whispered with your almost non existing morning voice. ”I want to” I said. ”but i cant”. You kissed my dry lips and put your hand over my face. We looked into each others eyes, and with only an hour til we were leaving I knew there was nothing I nor you could do about it. But you still whispered ”please?”. We made love and got dressed. The morning light was painting the room with a beautiful colour. You packed your bags while I laid in the bed. We showered together. We were both kinda quite. Once in a while we would laugh about something, hug each other for a few seconds while you repeated the same words, or just look at each other. But most of the time we were busy waking up. It was too early.
You carried your heavy suitcase up the hill and i took the lighter one. We got on the car and got off at the station where the train was gonna pick me up. I leaned against your shoulder and a couple of tears rolled down my cheek. You touched my face and said ”don't cry”. I tried to say goodbye maybe 5 times, pulling myself away from you. But every time I came back, held you close and said the same words over and over again. ”I don't want to leave.”.
This could be a sad story but its not.
I found real love.
The real real love. Not the kind that will make you cry at night, or ask yourself why he said that, or kissed that other girl, or why he isn't sure about us. The real L-O-V-E. The person I know will love me for the rest of my life. I know it sounds crazy. I thought I found that in those other boys when I met them to. But I was wrong. And this feeling is so different. Its trust. I am calm.
I went to home after a long trip. At home I have another shower, lunch with my mum and I laughed. Then she went to work and your smell hit me like a wall when I took my clothes to the laundry. The sheets were messy. But the apartment felt so empty. I wish I could wake up tomorrow morning in the same hotel room, turn around and see you whispering "Please stay". My small bed suddenly feels so big. But I know one day I will be able to turn around every morning and you will be there, and I will stay. And even though I miss you every second and every minute, for that, it is worth the wait.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Não gosto que estejas longe
És muito importante para mim. Apareceste numa fase estranha da minha vida.
Sei que me amas. Quero que penses em mim. Quero que sintas a minha falta.
Mas cada vez que me sinto sozinha à noite quero odiar-te por estares longe.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Relax like... yoga!
segunda-feira, 11 de julho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Obrigada!

Tu estiveste presente numa grande parte da minha vida. As coisas agora são diferentes... Tu estás longe (ou serei eu que estou longe?) e tu mudaste (tanto quanto eu). Fizeste a minha vida diferente. Para melhor. As lembranças que tenho de ti são boas. Fizeste-me feliz.... ou ainda me fazes porque todos os momentos que estive contigo e que recordo ainda me esboçam um sorriso palerma na cara. Tudo o que tivemos foi bom. E o que foi mau na altura agora parece que foi bom na mesma. Foram dias de sol e de chuva, e dias em que fizeste chorar com as coisas parvas que fizeste e que me fizeste rir com as coisas parvas que disseste. Resumindo, foi tudo uma parvoíce! Mas quero que saibas que isto tudo são mais do que memórias foscas. Tenho saudades tuas. Mas essencialmente tenho saudades de como tudo era. Não quero o teu «eu» de agora, quero o que foi e que sei que não posso voltar a ter. Porque a coisa que me afasta mais são as mudanças... e tenho um certa intolerância à mudança. E quanto mais vejo (e mudo também) sinto uma parte do que era deixada para trás. As coisas eram melhores quando já só existem em recordação. Eu sei que me vais ler e quando o fizeres diz-me, por favor, que também sentes saudades minhas. Fica comigo no passado por um momento.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
sábado, 9 de abril de 2011
A conchinha
Eu tenho um namorado. Eh pah, um daqueles namorados, sabem? Daqueles que quando olham ninguém dá cinco tostões por ele mas que são espetaculares! Era isso que eu sempre quis. Não queria um namorado topo de gama. Queria um namorado que quisesse mesmo ser isso só: feliz comigo. Quando eu entrei na faculdadeele entrou a 100% na minha vida. E o bom de ter uma casa que não é dos pais é o facto de podermos dormir até ao meio dia, podemos deitar-nos às 23h, às 3h ou até quem sabe às 20h... Quem decide somos nós.... E se quisermos fazer uma directa só porque nos apetece ver a temporada inteira da nossa série preferida, porque não? Mas o melhor isto tudo é termos tudo sem aquele compromisso que estraga tudo: pagar a prestação da casa em conjunto! É bom sermos só nós os dois sem preocupações dessas ainda! Podemos almoçar, ou não almoçar, ou tomar o pequeno almoço às 4h da tarde enquanto faltamos às teóricas... ou queixarmo-nos que 8h é muito cedo para termos práticas. Tempo para tudo. O melhor de termos mais de 18 e não termos uma casa em conjunto é que somos só nós os dois quando quisermos. E se nos apetecer ver pornografia barata às 5h da manhã, e depois? E senti-lo a agarrar-mee com aquela força e aquele tesão de quem realmente me quer.... e a sensação de que só existimos nós fica tão entranhada no nosso corpo e a casa fica empestada do nosso cheiro! E quando nos sentimos olhados, aii com aqueles olhos que dizem: fazes-me feliz... quem paga isso? o que mais no mundo pode ser melhor do que dormir cansados, pesados, felizes e a fazer conchinha?
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