quinta-feira, 9 de junho de 2011

Peanuts

segunda-feira, 6 de junho de 2011

#3 Quando é que...


... nos apercebemos que nada é de graça?

Obrigada!


Tu estiveste presente numa grande parte da minha vida. As coisas agora são diferentes... Tu estás longe (ou serei eu que estou longe?) e tu mudaste (tanto quanto eu). Fizeste a minha vida diferente. Para melhor. As lembranças que tenho de ti são boas. Fizeste-me feliz.... ou ainda me fazes porque todos os momentos que estive contigo e que recordo ainda me esboçam um sorriso palerma na cara. Tudo o que tivemos foi bom. E o que foi mau na altura agora parece que foi bom na mesma. Foram dias de sol e de chuva, e dias em que fizeste chorar com as coisas parvas que fizeste e que me fizeste rir com as coisas parvas que disseste. Resumindo, foi tudo uma parvoíce! Mas quero que saibas que isto tudo são mais do que memórias foscas. Tenho saudades tuas. Mas essencialmente tenho saudades de como tudo era. Não quero o teu «eu» de agora, quero o que foi e que sei que não posso voltar a ter. Porque a coisa que me afasta mais são as mudanças... e tenho um certa intolerância à mudança. E quanto mais vejo (e mudo também) sinto uma parte do que era deixada para trás. As coisas eram melhores quando já só existem em recordação. Eu sei que me vais ler e quando o fizeres diz-me, por favor, que também sentes saudades minhas. Fica comigo no passado por um momento.