terça-feira, 28 de agosto de 2012
The Good. The Bad. The Unknown.
Houve um tempo que senti que éramos estranhos. Que eu era estranha. Que tu estavas estranho. Neste momento somos estranhamente nós de volta. E é tão bom. E é tão estranha a sensação de que serias melhor sem mim. Serias mais feliz. Serias mais completo. E há momentos que queria deixar-te. Que sei que as minhas oscilações te magoam. E que quando é bom é muito bom mas quando é mau... tu não me deixas chegar ao meu pior! E queria tanto poupar-te destas minhas oscilações! Esta minha coisa que está-me tão entranhada! E que testo constantemente quem gosta de mim! E que me quero alguém de quem se gosta. Não pelo físico. Não pelo aspeto. Não pela personalidade. Mas pelo meu especial. Pelos meus pormenores que ficam. Que fixam! Queria ser forte o suficiente para te deixar viver uma vida mais harmoniosa. Para te deixar longe dos meus devaneios, das minhas confusões. Mas conheces tão bem a minha cabeça. Conheces tão bem os meus pés. Aonde me levam. O que me faz bem. Fazes-me tão bem!! Fazes-me tão mais calma! Tão mais completa. Tão mais sociável. Quero tanto proteger-te de mim! E não sou assim tão forte! Perdoa-me tudo! Perdoa-me a personalidade forte. Perdoa-me a falta de medo! Perdoa-me a ousadia! Perdoa-me querer-te demais. Perdoa-me que não te deixe! E que te queira como quero uma parte do meu corpo. Que te queira a tocar o meu corpo, dentro de mim. Que te queira de uma forma animal! E que esteja pronta a atacar quem te afaste de mim! Perdoa a mulher que se sente leoa ameaçada a maior parte do tempo e que não consegue controlar o instinto! Mas tu és quem me faz!
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Monogamy can be so emotionally stressful...
ResponderEliminarIndeed!
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